Rios, pontes e travessias
Perfis de linha d’água, seções transversais, remanso, velocidades e manchas de inundação para compreender o desempenho de obras e sua interação com o curso de água.
Processos, infraestrutura e segurança
Representamos como a água se move em rios, canais, travessias e redes urbanas para estimar níveis, velocidades, pressões e áreas inundadas. A modelagem integra dados de campo e análise hidrológica e ajuda a compreender processos, comparar cenários e apoiar infraestruturas mais seguras e resilientes.
A hidráulica traduz vazões de projeto e hidrogramas em respostas físicas: até onde a água chega, com que velocidade se desloca, como interage com uma ponte ou passagem e onde uma rede pode entrar em carga. O grupo trabalha em colaboração com outras equipes e combina modelos com monitoramento, topografia, batimetria e evidências observadas.
Perfis de linha d’água, seções transversais, remanso, velocidades e manchas de inundação para compreender o desempenho de obras e sua interação com o curso de água.
Redes, galerias, canais e estruturas de controle, incluindo transientes, pressurização, escoamento misto e efeitos de geometrias complexas.
Calibração com eventos observados e comparação de cenários de projeto para apoiar escolhas mais robustas diante de extremos recentes e futuros.
Um modelo não substitui a realidade: ele organiza hipóteses e evidências para que possam ser testadas. A qualidade do resultado depende da qualidade dos dados, da representação geométrica, da calibração e do uso dentro dos limites de cada ferramenta.
Chuva, vazão, marcas de cheia, condição das estruturas e registros do evento.
Topografia, batimetria, seções, terreno, canal, rede e elementos construídos.
Hidrogramas, vazões, níveis, velocidades, pressões e propagação da inundação.
Confrontar o resultado com evidências de campo e ajustar parâmetros com rastreabilidade.
Avaliar alternativas, tempos de retorno, condições extremas e margens de segurança.
Nos estudos hidrológicos do rio Soturno e do arroio Felisberta, em Nova Palma, a equipe integrou HEC-HMS e HEC-RAS, dados topobatimétricos e a cheia de abril–maio de 2024. A calibração reproduziu níveis observados e permitiu analisar cenários de 100 e 450 anos, incluindo cotas, velocidades e extensão da inundação.




As imagens são resultados de estudos aplicados do grupo e ilustram métodos de análise. Valores e cenários pertencem aos locais estudados e não devem ser transferidos diretamente para outras bacias ou obras.
O SWMM é utilizado para representar redes pluviais, galerias, reservatórios, estruturas de controle e a interação entre chuva, superfície e sistema enterrado. O HEC-RAS é aplicado a rios, canais, travessias e planícies de inundação, permitindo analisar níveis d’água, velocidades e manchas de inundação. A ReSWMM, desenvolvida no trabalho de Robson Pachaly sob orientação de Daniel Allasia e coorientação de José Goes Vasconcelos, apoia o refinamento de simulações no SWMM.
Em estudos específicos de transientes e escoamento misto, o grupo também utiliza o HAST, desenvolvido por José Goes Vasconcelos e colaboradores, no âmbito dessa parceria científica.
A pesquisa de Robson Leo Pachaly, desenvolvida sob orientação de Daniel Allasia e coorientação de José Goes Vasconcelos, investigou como representar com maior fidelidade os escoamentos não permanentes em redes de drenagem urbana no SWMM.


Os ensaios mostraram que escolhas de discretização, passo de tempo e método de pressurização influenciam a estabilidade e a precisão dos resultados. Esse trabalho deu origem à ReSWMM, ferramenta aberta que automatiza o refinamento espacial de arquivos de entrada e facilita a comparação sistemática de alternativas no SWMM.
A página reúne uma trajetória de colaboração em hidráulica urbana e, mais recentemente, em infraestrutura submetida a cheias extremas. Estes trabalhos ajudam a explicar tanto os limites dos modelos quanto sua aplicação em situações reais.
Pachaly, Vasconcelos, Allasia, Tassi e Bocchi.
Pachaly, Vasconcelos, Allasia e Minetto.
Allasia, Pachaly, Tassi, Vasconcelos, Hodges e Dickinson.
Chicherit, Allasia Piccilli, Vasconcelos Neto e colaboradores.