
Contaminantes emergentes
Biossorventes de baixo custo derivados de resíduos agrícolas são avaliados para remover corantes, fármacos, pesticidas e metais em solução aquosa.
Tratamento, reúso e recuperação ambiental
Pesquisa aplicada a contaminantes, efluentes, reúso e soluções acessíveis de tratamento, integrando desempenho técnico, materiais locais e proteção dos recursos hídricos.
A atuação percorre diferentes escalas, desde processos de remoção de contaminantes em laboratório até sistemas descentralizados, recuperação de áreas degradadas e avaliação de vulnerabilidade de bacias.

Biossorventes de baixo custo derivados de resíduos agrícolas são avaliados para remover corantes, fármacos, pesticidas e metais em solução aquosa.

Sistemas biológicos e soluções como a fossa bananeira apoiam o saneamento rural, a redução de volumes e o aproveitamento por vegetação adequada.

Caracterização, filtração, descarte inicial, desinfecção e alternativas de tratamento são estudados para reúso doméstico não potável.
Resíduos lignocelulósicos podem apresentar estruturas favoráveis à interação com poluentes. O grupo investiga materiais abundantes e pouco processados, como cascas, fibras e endocarpos, buscando conciliar eficiência de remoção e custo.
Uso inadequado do solo e atividades agropastoris podem ampliar perda de biodiversidade, assoreamento e contaminação. A análise espacial de vulnerabilidade orienta prioridades de conservação e recuperação do solo e da água.
Essa frente se conecta à ecohidrologia, ao sensoriamento remoto e à gestão de bacias.
Os estudos realizados na Casa Popular Eficiente ilustram uma sequência de avaliação que pode ser adaptada a diferentes edificações e finalidades.